Nossa História

Sobre a Estrela
Desde 1937 a Estrela está presente na memória de quem é ou foi criança, formando gerações na convivência com bonecas, carrinhos, jogos, massinha, pelúcias e outros brinquedos.
Conheça a história da empresa e confira os produtos que marcaram diversas gerações.

Fatos marcantes da história da Estrela
A nossa história começa no dia 27 de junho de 1937, na fundação de uma modesta fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira e, em poucos anos, acompanhando a evolução industrial do País, a Estrela passou a ser uma indústria automatizada e a produzir brinquedos também de plásticos, metal e outros materiais. Numa viagem no tempo é possível identificar até a própria evolução da sociedade em termos de costumes, moda, meios de transportes, tecnologia etc. Muitas crianças quiseram brincar de ser a Susi, desejaram ter um Autorama que ocupasse seu quarto ou torceram para ganhar de Natal um carro rádio-controlado como o Colossus, sucesso dos anos 80. A Estrela já produziu milhares de brinquedos diferentes e contabiliza hoje mais de bilhões de itens vendidos, entre clássicos que fizeram parte da infância de muitos brasileiros. Afinal, quem não se lembra dos possantes Maximus, Colossus, Stratus e Pégasus; Falcon, Comandos em Ação, Topo Gigio, das bonecas Mãezinha, Gui Gui e Bate Palminha ou do jogo Aquaplay? Ao longo dos anos, a Estrela construiu a força de sua marca combinando qualidade, pioneirismo e inovação na oferta de brinquedos ao mercado brasileiro. Nossa trajetória é identificada por inúmeros marcos de liderança, tendo sido, inclusive, uma das primeiras companhias brasileiras a abrir capital em 1944, construindo-se em sociedade anônima.

Destaques por Década

Anos 30
A Estrela iniciou sua trajetória produzindo bonecas de pano e brinquedos de madeira artesanalmente. Entre as peças históricas da época estão algumas das primeiras bonecas produzidas no Brasil, com corpo em tecido e rosto moldado em massa.

Anos 40
Na década de 40, a Estrela apresentou o primeiro brinquedo de madeira com movimento e som fabricado no país: o cachorro Mimoso. Logo depois, vieram outros lançamentos importantes como o jogo Pega Varetas, cuja primeira versão data do século V a.C., e o Banco Imobiliário (lançado em 1944), o mais vendido jogo de tabuleiro do mundo. É também dessa década o lançamento de massa de modelar, a Super Massa, em 1946.

Anos 50
As bonecas, que até o final dos anos 40 eram feitas em uma massa inquebrável, passaram a ser de plástico a partir da Pupi, uma boneca articulada de poliestireno que “dormia e chorava", lançada no início da década de 50. Pupi também ganhou uma versão Palhaço (1954), no mesmo material. Bebê que anda (1951) é um dos primeiros bebês com movimento. Lançado na década de 50, ele andava graças a uma engrenagem de ferro. Na mesma década foi lançada a Bonequinha Plastrela, feita de plastiflex, uma revolucionária matéria-prima da época. Vieram em seguida, os bichinhos e bonecos de vinil, mais flexíveis, indicados para crianças pequenas e bebês. Em 1952, começaram a ser fabricadas maquininhas de costura que costuravam de verdade. Os produtos de madeira mantinham destaque especial.

Anos 60
Nos anos 60 a linha foi ampliada com muitos lançamentos inovadores, como a primeira boneca mecânica, a Gui Gui, que "ria" quando a criança abria e fechava seus braços. Também é dessa época a Beijoca, que “soltava beijinhos" e a Amiguinha, que ficou famosa por seu tamanho – 90 centímetros. A Estrela introduziu, nesse período, outro conceito de grande sucesso, o de fashion doll, com a Susi (1966), uma boneca querida por diversas gerações até 1985, quando deixou de ser fabricada, com mais de 20 milhões de unidades distribuídas. A Susi voltou a ser lançada em 1997. Algumas bonecas tematizadas foram lançadas nessa década, tais como: Mary Poppins (1966), baseada na personagem principal do admirável filme de Walt Disney de mesmo nome; Miss Universo 63, uma homenagem à gaúcha Ieda Vargas, considerada a eterna miss universo brasileira; Wandeka, inspirada na cantora Wanderléia, a rainha da Jovem-Guarda e, Tremendão que fazia alusão ao cantor Erasmo Carlos. Outra inovação da Estrela foi o lançamento de brinquedos elétricos, dentre os quais é marcante o Autorama, com pistas de corrida e carrinhos para desafiar a habilidade das crianças. Este lançamento foi tão importante que virou sinônimo de categoria. Hoje está em quase todos os dicionários brasileiros.

Anos 70
Em 1970 chegou ao mercado a Flexy, uma mini boneca totalmente flexível. Pepa (1979), foi outra boneca que representou um personagem de TV (Pepita Rodrigues, em novela da Rede Globo). São dessa década muitos lançamentos de produtos queridos até hoje, tais como: Bebê Gatinhando (1970), Feijãozinho (1973), Mãezinha (1971), Amelinha (1972), Lalá e Lulu (1973), Emília (1978), Bailarina (1979), jogo Du-Elo (1974), Buggy Biruta (1972), entre outros. Houve também o ratinho Topo Gigio, um estrondoso sucesso de 1970, personagem de um programa de TV na época. A Estrela passou a trabalhar o conceito de figuras de ação nessa década. Essa categoria teve seu marco com o lançamento do Falcon (1977), o primeiro boneco da marca. No final dos anos 70, surgiram os carros rádio-controlados, que teve o Stratus (1979) como o primeiro modelo lançado.

Anos 80
Em 1980, mais um marco do ineditismo: a chegada do Genius, na época conhecido como “o computador que fala", primeiro brinquedo eletrônico do país. Seguido de Merlin (1981), outro jogo eletrônico que marcou época. Ar-Tur foi um robô que virou mania no início da década de 80, com automovimento. Pégasus, de 1984, foi outro carro rádio-controlado de sucesso, seguido de Colossus (1985). Veículos interessantes também lançados na década de 80 foram: Dragão (1987), Trombada (1987), Anfíbius (1989) e Elastikon (1988). O retorno de Pedrita e Bam-Bam (1981) à coleção também marcou época (produtos originalmente lançados na década de 60). Em 1985, um dos sucessos entre as crianças foi a boneca Quem me Quer. Snif (1986) também foi um destaque da década, era um cachorro em pelúcia. Além dele, outros destaques da época são: cãozinho Abelhudo (1982), o Snoopy (1984), a Ambulância do Dr Saratudo (1985), o jogo Boca Rica (1984) e o Elo Maluco (1981). A eletrônica foi incorporada às bonecas, que passaram a ser mais interativas em modelos como a Amore, a primeira boneca eletrônica do Brasil; a Bate Palminha, que cantava quando suas mãos se juntavam, e a Tchibum (1986), boneca que “nadava" de verdade. Em 1985, os cabelos de boneca passaram a ser feitos de nylon. A partir das séries televisivas de sucesso entre a criançada, mais figuras de ação foram lançadas, entre elas Comandos em Ação (1985) e outros personagens da TV como He Man (1986).

Anos 90
Entre as inovações de muito sucesso está a Sapequinha (1996), primeira boneca a utilizar fibra óptica e foto sensor para “perceber" a aproximação da criança. Dancin’Flor (1990) é uma flor dançante, que fez muito sucesso. A Patrulha do Focinho, de 91, uma turma de cachorrinhos que mudavam de feições foi outro marco da Estrela. As bonecas Bolachinha (1992) e Zic Zac (1991) foram também produtos consagrados pelo mercado consumidor, bem como o jogo Batata Quente (1990). Outros produtos com enorme aceitação na época foram o jogo Galinha Maluca (1991) e o robô Trony (1994).

Anos 2000
Jogos renovados, repaginação de clássicos como o Banco Imobiliário, entre outras novidades, fizeram parte dessa década. Muitas gerações já ficaram milionárias ou foram à falência em um tabuleiro de Banco Imobiliário, se casaram e tiveram filhos no Jogo da Vida, e descobriram que o assassino era o Coronel Mostarda, no Detetive. A Estrela marcou presença nos primeiros anos das crianças com brinquedos educativos e ao mesmo tempo cheios de diversão para esse público. Fazem parte da história o Coelho Jojô, Laptop Educativo e Andador do Bebê. De carona nos Jogos Olímpicos de 2008, a Estrela provou também ser high tech, com o simulador de provas olímpicas e o Palm Top da Susi, entre outros brinquedos.

Anos 2010
A iniciativa da Estrela de atrelar os elementos eletrônicos a seus tradicionais jogos de tabuleiro começou em 2010, quando o Super Banco Imobiliário, lançado em meados de julho, fez tanto sucesso que vendeu quatro vezes mais do que a previsão inicial da empresa. Na brincadeira, as notinhas de papel do jogo, que está no mercado brasileiro desde 1944, foram substituídas por cartões de crédito e débito e uma maquininha que realiza as operações financeiras das partidas. Brinquedos colecionáveis da Estrela também fazem sucesso. De quebra-cabeças a releituras de personagens da Disney, a Estrela tem investido em produtos voltados tanto para o entretenimento quanto para o hobby de colecionar. Para crianças e adultos fãs de cultura pop e arte foi criada a linha de quebra-cabeças com obras assinadas por Tarsila do Amaral, Gustavo Rosa e Cândido Portinari, além de imagens icônicas dos Beatles. Cada tema tem três quebra-cabeças diferentes, em 500, 1000 e 2000 peças. Na categoria de pelúcias, Michelangelo, Donatello, Leonardo e Raphael compõem a coleção Tartarugas Ninja. Os irmãos mutantes medem 45 cm e têm caixas individuais. Também em pelúcia, os Tsum Tsum, releituras de personagens da Disney, foram feitos para empilhar e colecionar. Fofos, cilíndricos e engraçados, o Mickey, Minnie, Pato Donald, Alice, Pooh – e diversos outros personagens de desenhos clássicos e filmes – chegam em 11 cm e 30 cm.
A Estrela comemorou 80 anos em 2017 celebrando com suas diversas gerações de consumidores e reeditando clássicos. Entre os jogos, foram escolhidos para representar a Coleção 80 anos o Banco Imobiliário e o Jogo da Vida. Na linha de bonecas, foram selecionadas a coleção Moranguinho, Fofolete, Susi e, celebrando os 50 anos de seu lançamento, a Gui Gui e a Tippy.

Anos 2020
Estrela reafirmou sua posição como uma das marcas mais tradicionais e afetivas do Brasil, reunindo diferentes gerações em torno de brinquedos que marcaram época e continuam presentes no imaginário dos consumidores. Clássicos como Banco Imobiliário, Jogo da Vida, Genius, Ferrorama, Falcon, Susi e Super Massa ganharam releituras especiais comemorativas, reforçando a conexão entre tradição, inovação e memória afetiva.
A companhia também ampliou sua atuação em jogos, licenciamentos e experiências conectadas ao universo digital, incorporando tecnologia a produtos consagrados e desenvolvendo parcerias com marcas, personagens e criadores de conteúdo de grande relevância junto ao público infantil e familiar.
Você Sabia? Felipe Castanhari, com o Nostalgia. Nomes importantes, como o quadro Quem Quer Ser Um Milionário? do programa Caldeirão do Huck, apresentado pelo Luciano Huck; e o navegador Amyr Klink com o Latitude 90º o jogo dos polos, que representa suas aventuras nos extremos do planeta.
Sempre em constante renovação, a Estrela segue acompanhando as transformações do mercado e do comportamento das novas gerações, mantendo vivo seu propósito de estimular a imaginação, aproximar famílias e valorizar o ato de brincar.

HOJE
A Estrela segue escrevendo sua história e se preparando para celebrar, em 2027, seus 90 anos de tradição, inovação e presença na vida de milhões de brasileiros.
Reconhecida como uma das marcas mais tradicionais e afetivas do país, a companhia mantém viva sua essência pioneira, investindo continuamente na renovação de clássicos, no desenvolvimento de novas experiências de entretenimento e na ampliação de seu portfólio.
Jogos consagrados como Banco Imobiliário, Detetive, Jogo da Vida e Genius continuam atravessando gerações, agora também em versões atualizadas e conectadas ao universo digital. Ao mesmo tempo, ícones como Susi, Falcon, Ferrorama, Autorama e Super Massa seguem despertando memórias afetivas e conquistando novos públicos.
Com forte presença no varejo, no e-commerce, no universo digital e em parcerias estratégicas com grandes marcas e licenciamentos, a Estrela continua evoluindo sem perder sua essência: estimular a imaginação, aproximar famílias e manter viva a magia de brincar.

Casa dos Sonhos
Entre 2001 e 2006, a Estrela proporcionou ao público uma experiência única com a Casa dos Sonhos, espaço temático localizado na cidade de São Paulo que convidava crianças e adultos a revisitarem grandes momentos da história da marca.
A iniciativa reuniu brinquedos clássicos, atrações interativas e experiências que celebravam a imaginação e a memória afetiva de diferentes gerações.

Fábricas
Em 2001, a Estrela iniciou suas operações fabris na cidade de Três Pontas, em Minas Gerais, em um terreno de 15 mil m2, com 2.800 m2 de área construída.
Em julho de 2003, a companhia inaugurou uma nova fábrica em Itapira, no interior de São Paulo. Instalada em uma área de 130 mil m², a unidade passou a concentrar atividades de produção, montagem, logística e apoio operacional.
Dando continuidade ao seu plano de expansão, em 7 de fevereiro de 2004 a Estrela inaugurou sua segunda unidade em Três Pontas. Com 15 mil m² de área construída em um terreno de 100 mil m², a nova fábrica ampliou a capacidade produtiva da companhia e fortaleceu sua competitividade no mercado nacional.
As operações industriais da Estrela refletem o compromisso histórico da empresa com o desenvolvimento da indústria brasileira, a geração de empregos e a valorização da produção nacional, pilares que acompanham sua trajetória desde a fundação.

Atendimento ao Consumidor
O CEAC — Centro Estrela de Atendimento ao Consumidor — é reconhecido como referência em relacionamento com o público e foi pioneiro na utilização de canais digitais e plataformas de atendimento ao consumidor.
Ao longo dos anos, a companhia recebeu diversos reconhecimentos no Prêmio Época Reclame Aqui, destacando-se pela excelência no atendimento e pela proximidade com seus consumidores.

Qualidade
A qualidade sempre foi um dos pilares da Estrela. Em 1992, a companhia tornou-se a primeira empresa do setor de brinquedos no Brasil a adequar seu sistema às normas ISO 9001, reforçando seu compromisso com excelência, segurança e melhoria contínua.
Os processos de qualidade da Estrela envolvem rigorosos testes físicos, mecânicos, químicos e elétricos, além de controles de segurança e conformidade exigidos pelos órgãos reguladores.
A companhia mantém o compromisso permanente de desenvolver produtos seguros, confiáveis e adequados às diferentes faixas etárias, assegurando aos consumidores elevados padrões de qualidade em todas as etapas de produção.

Política de Qualidade
A política de qualidade da Estrela é baseada em princípios que acompanham a companhia ao longo de sua trajetória:
A busca da satisfação do consumidor;
O engajamento dos colaboradores;
A procura constante por novos produtos;
A parceria com provedores internos e externos;
A busca pela melhoria contínua.
Ao longo de quase 90 anos, esses valores permanecem como parte essencial da identidade da Estrela e de sua relação com milhões de consumidores brasileiros.